terça-feira, 14 de junho de 2011

Para nunca mais desencontradas


Priscila e Laion, duas almas encontradas para o eterno.


"A onda ainda quebra na praia,
Espumas se misturam com o vento.
No dia em que ocê foi embora,
Eu fiquei sentindo saudades do que não foi
Lembrando até do que eu não vivi
pensando nós dois.
Eu lembro a concha em seu ouvido,
Trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em que ocê foi embora,
Eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
Por entre as ruínas de santa cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
As estradas sem ninguém,
Óleo queimado, as vigas na areia,
A lua nascendo por entre os fios dos teus cabelos,
Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora,
Eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém,
O último homem no dia em que o sol morreu" 



Um comentário:

  1. Nay,

    Fiquei emocionado com a homenagem. Essa canção, pra mim, não é uma canção, senão um feitiço. Todas as vezes que a ouço, a Pri se faz presente, ainda mais presente.

    Só me resta agradecer.

    Muito obrigado!

    Um abraço,

    Laion

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